quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

MERGULHO E SISTEMA RESPIRATÓRIO

Introdução:

Os principais estresses fisiológicos envolvidos no mergulho incluem a pressão ambiente elevada, a diminuição dos efeitos da força da gravidade, a alteação da respiraçao, a hipotermia e o comprometimento sensorial.
A gravidade do estresse envolvido depederá da profundidade atingida, a duração do mergulho e o fato da respiração ter sido supensa ou  ter sido utilizado um aparelho de mergulho.
A mera imersão de um indivíduo até o pescoço na água provoca profundas alterações dos sistemas cardiovascular e pulmonar. Esses efeitos são consequências principalmente de um aumento da pressão exterior sobre o tórax, abdome e os membros.

Mecânica da Respiração                                                   

A pressão exterior sobre a parede torácica de um indivíduo imerso na água até o pescoço, em pé ou sentado, é maior que a pressão atmosférica, em média de aproximadamente 20 cmH20. Essa pressão positiva externa sobre o tórax opõe-se à retração elástica extrna normal da parede torácica e diminui a capacidade residual funcinal em aproximadamente 50%, às custas do volume de reserva expiratório, o qual pode diminuir até aproximadamente 70%.
A pressão intrapleural é menos negativa na capacidade residual funcional por causa da diminuição da retração elástica externa da parede torácica. O trabalho que deve ser realizado para que o ar seja levado até os pulmões é enormemente aumentado porque é necessário um trabalho inspiratório extra para superar a pressão positiva extrna sobre o tórax. No entanto, a capacidade vital e a capacidade pulmonar total diminuem discretamente. A imersão até o pescoço na água acarreta um aumento do trabalho respiraório de aproximadamente 60%.
Os efeitos da pressão hidróstática da água externa sobre o tórax impedem que um indivíduo submerso, qe está tentando respirar através de um tubo que se comunica com o ar acima da superfície da água, desça mais do que 90cm. Isso é verdadeiro mesmo quando a resistência das vias aéreas aumentadas oferecida pelo tubo é desprezível e quando o indivíduo envia o aumento do espaço morto efetivo ocluindo a extremidade bucal do tubo e expirando diretamente na água (ou utilizado uma válvula unidirecional). A explicação para isso é que a pressão inspiratória máxima que indivíduos normais podem gerar com seus músculos inspiratórios é de aproximadamente 80 a 100 cmH20. Como 100 cm é igual a 1 metro, a profundidade máxima que um indivíduo pode atingir respirano através deum tubo é de um pouco superior a 90 cm.

Fluxo Sanguíneo Pulmonar                                                 

Durante a imersão até o pescoço, a maior pressão externa sobre os membros e o abdome acarreta um menor acúmulo de sangue venoso sistêmico nas regiões corpóreas dependentes da força da gravidade. Quando a temperatura da água é inferior à temperatura corpórea, ocorre uma venoconstricção simpática que também aumenta o retorno venoso, ocorrendo o aumento do volume sanguíneo central em aproximadamente 500 mL. A pressão atrial aumenta em torno de -2 para + 16 mmHg. Como consequência, o débito cardíaco e o volume sistólico aumentam cerca de 30%.
Um efeito da imersão até o pescoço é a "diurese da imersão". Em alguns minutos de imersão, o fluxo urinário aumenta de 4 a 5 vezes.

Mergulho com suspensão da respiração:

Durante um mergulho com suspensão da respiração, a pressão total dos gases nos pulmões é aproximadamente igual à pressão ambiente. Consequentemente, o volume no interior do tórax deve diminuir proporcionalmente e as pressões parciais dos gases aumentam.

O Reflexo do Mergulho                                                   

Muitos indivíduos apresentam uma bradicardia (diminuição da frequncia cardíaca) intensa e aumento da resistência vascular sistêmica cm a imersão da face (especialmente em água fria). Esse "reflexo do mergulho" é iniciado por sensores ainda não conhecidos da face ou do nariz. Uma resposta similar é observada quando mamíferos aquáticos (ex. Baleias) mergulham. O reflexo diminui a carga de trabalho do coração e limita severamente a perfusão de todos os leito vasculares, excetuando-se os auto-reguladores mais fortes, isto é, o coração e o cérebro. Os efeitos cardiovasculares do reflexo do mergulho são similares aos produzidos pela estimulação dos quimiorreceptores arteriais quando não pode ocorrer aumento da ventilação.

O Uso do Aparelho de Respiração Subaquática:

Os aparelhos de respiração subaquática, ou scuba, consistem principalmente de um cilindro cheio de gás comprimido que pode ser liberado por um regulador de demanda ao mergulhador quando a pressão bucal do mesmo diminui (durante a inspiração) para um pouco menos que a pressão ambiente. O gás expirado é simplesmente liberado na água sob a forma de bolhas. Por esta razão, durante um mergulho com um scuba, a pressão do gás no interior dos pulmões permanece próxima da pressão ambiente em qualquer profundidade. Portanto, os estresses fisiológicos sobre o sistema respiratório durante o mergulho com scuba são principalmente decorrentes de densidades e pressões parciais do gás elevadas.

Mecânica da Respiração                                               

Durante um mergulho com scuba, o trabalho inspiratório da respiração não é um grande problema em profundidade moderadas por que o gás é liberado na pressão ambiente. Entretanto, em profundidades muito grandes, o aumento da densidade do gás torna-se um problema porque ele eleva a resistência das vias aéreas durante o fluxo turbulento. Essa é uma das razões da substituição do nitrogênio pelo hélio para mergulhos profundos. O hélio possui uma densidade que equivale a um sétimo da densidade do nitrogênio.

Controle da Respiração                                                   

A sensibiliade do sistema respiratório ao dióxido de carbono diminui em grandes profundidades em razão do aumento da densidade do gás e da PO2 arterial alta e porque os mergulhadores aprendem a suprimir o estímulo do dióxido de carbono para conservar o gás comprimido.

Riscos da Profundidade:

  •  Barotrauma - Ocorre quando a pressão ambiente aumenta ou diminui mas a pressão em uma área fechada não ventilada do corpo que não consegue se equilibrar com a pressão ambiente não o faz. O Barotrauma da descida é chamado de "compressão" e pode afetar o ouvido médio, quando a tuba auditiva está obstruída ou edemaciada, de modo que o indivíduo não consegue equilibrar a pressão no ouvido médio; os seios; os pulmões, acarretando congestão, edema o hemorragia pulmonar; e mesmo em cáries dentárias. O Barotrauma de subida pode ocorrer quando gases são aprisionados em áreas do corpo e começam a expandir-se à medida que o mergulhador ascende. Quando o mergulhador não expira durante a subida, o gás pulmonar em expansão pode distender excessivamente os pulmões e rompê-los, resultando em hemorragia, pneumotórax ou embolia gasosa.

  • Doença da Descompressão - Ocorre quando bolhas gasosas formam-se no sangue e nos tecidos corpóreos em virtude da pressão ambiente que diminui. O "termo doença da descompressão" engloba dois problemas diferentes, ambos envolvendo bolhas gasosas. A Embolia gasosa arterial é a presença de bolhas gasosas no sangue arterial. O segundo problema ocorrem quando há acúmulo de bolhas nos tecidos corpóreos.

  • Narcose do Nitrogênio - Pressões parciais de nitrogênio muito altas afetam diretamente o sistema nervoso central, provocando euforia, perda de memória, perda de coordenação motora e comportamento irracional. Esse "êxtase da profundidade" ocorre em profundidades de 30,5 metros ou mais e, em maiores profundidades, pode causar dormência das extremidades, desorientação, comprometimento motor e, finalmente, perda da consciência. O mecanismo da narcose do nitrogênio é dsconhecido.

  • Toxicidade do Oxigênio - A inalação de oxigênio a 100% a 760 mmHg ou de concentrações menores de oxigênio em pressões ambientes mais altas pode causar lesão do sistema nervoso central, do sistema visual e dos alvéolos, embora manifestações pulmonares sejam raras entre os mergulhadores. O mecanismo da toxicidade do oxigênio é cotroverso mas, provavelmente,envolve a produção de ânions de superóxidos ou de outros radicais livres.

  • Síndrome Nervosa da Alta Pressão - A exposição a pressões ambientes muito altas, como as encontradas em grandes profundidades (superiores a 76,2 m), está associada a tremores, diminuição da capacidade mental, náuseas, vômito, tontura e diminuição da destreza manual. Essa sindrome nervosa da alta pressão ocorre quando o nitrogênio é substituído peli hélio para diminuir a densidade do gás, para prevenir a narcose do nitrogênio e para ajudar a evitar a doença da descompressão. Pequenas quantidades de nitrogênio adicionadas à mistura gasosa inspirada ajudm a combater o problema.

" VISTA CANSADA " ou PRESBIOPIA

A Presbiopia, ou popularmente conhecida como " Vista Cansada", é um problema mundial de perda de foco para perto e para as distâncias intermediárias que afeta a maioria das pessoas ao redor dos 40 anos de idade e vai se acentuando com o tempo.

Vemos isto na prática quando vemos palavras desfocadas ao ler livros, jornais ou até mesmo no computador. Ao nos distanciarmos um pouco durante a leitura, sentimos uma melhor signifiacante.

Existe um músculo que circunda nossos olhos, chamado de músculo ciliar, também conhecido como músculo da acomodação. Ele é responsável pela mobilidade do cristalino, e tem como função principal permitir a visão nítida em todas as distâncias. Se fizermos uma comparação da ação da nossa visão com uma máquina fotográfica, o cristalino seria a lente, responsável central pela focalização da imagem na retina.

Os principais sintomas da presbiopia são o desconforto e dor de cabeça ao ler. Além de vermelhidão após longos período de leitura. Isso ocorre por que o músculo perdeu sua força e se cansa mais rapidamente ao que lhe é exigido. Outro sintoma é a visão embaçada ao olhar para perto e em seguida, direcionar a visão para o horizonte. Contudo, o sintoma mais clássico é afastar o braço para focar melhor.

Embora a presbiopia possa ser diagnosticada num simples exame de rotina ao oftalmologista, ainda não há cura para ela, mas existem opções de tratamento personalizadas que visam melhorar a qualidade de vida de quem tem este problema.

Outras situações distintas:

a) Presbitas simples - tem perfeita visão para longe, mas tem problemas para enxergar de perto.

b) Presbitas hipermetropes - apesar da hipermetropia, não sentiram necessidade de usar óculos desde cedo, forçando mais seu músculo ciliar. Nestas pessoas, a presbiopia evolui mais rápido e piora também a visão de longe.

c) Presbitas míopes - sofrerão bem menos com o problema da pesbiopia, pois neles o foco já está antes da retin. Nesse caso, a miopia funcionará como um "antídoto" para a presbiopia. Assim, os míopes continuarão a usar óculos para longe, porém tirarão os óculos para enxergar de perto.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

VIA AÉREA DIFÍCIL EM PEDIATRIA

Define-se um paciente como portador de via aérea difícil (VAD) quando um médico anestesiologista experiente, contando com material adequado e utilizando técnicas corretas, encontra dificuldade na manutenção da ventilação sob máscara, na intubação traqueal ou de ambos. O sucesso no manuseio da VAD depende, entre outros fatores, do diagnóstico prévio, do preparo do profissional, do planejamento das estratégias para abordar a via aérea e, sem dúvida, da disponibilidade de material apropriado. As complicações decorrentes do manuseio das vias aéreas também estão entre as principais causas de litígios judiciais envolvendo médicos anestesiologistas.

1. Diferenças Anatômicas das Vias Aéreas Superiores:

Nos neonatos, a cabeça é relativamnte grade em relação ao corpo, tendo a fletir o pescoço, que é curto; a língua é grande em relação a cavidade oral, o que pode ocasionar dificuldade à laringoscopia; a laringe situa-se na altura de C3-C4 e apresenta formato cônico até os 08 anos, devido ao estreitamento na altura da cartilagm cricóide.
A epiglote é maior, com formato de U e localiza-se na altura de C1-C2, dificultando a ventilação através da boca, pois está muito próxima à base da língua. As cordas vocais apresentam-se inseridas mais anteriormente.
Diversas condições clínicas podem trazer dificuldade para acesso à via aérea na criança, devido ao comprometimento das estruturas anatômicas, ocasionando graus variados de obstrução. Tais condições incluem anomalias congênitas que cursam com obstrução crônica; infecções de vias aéreas; obstrução aguda; e idiopática, com visualização difícil.

2. Avaliação da Via Aérea

A avaliação começa com a história e o exame físico. São sugestivos de VAD o relato de asfixia, roncos, sufocamento, apnéia, sonolência diurna, estridor, voz rouca. Deve-se suspeitar de VAD nas crianças que fora submetidas à radioterapia na região da face e pescoço, que tenham problemas congênitos, processos inflamatórios ou trauma em via aérea.
Cabe ressaltar a história de anestesias anteriores, principalmente ao relato de intubação difícil, trauma de gengiva.
Algumas vezes são necessários exames complementares, como radiografia e tomografia, para ser avaliado história de alterações na anatomia.
Nos recém-nascidos e crianças menores, a avaliação das estruturas faríngeas posteriores, durante o choro, pode promover alguma indicação sobre o tamanho da língua. As alterações anatômicas ainda parecem ser o maior indicador de via aérea difícil em pediatria.

3. Anormalidades Anatômicas

Estruturalmente, a via aérea é constituída de ossos e partes moles. Os constituintes são: cavidade oral, espaço mandibular anterior, maxila, articulação temporomandibular e a coluna vertebral.
O espaço mndibular anterior é o local onde a língua se acomoda durante a laringoscopia; qualquer condição que deixe esse espaço pequeno, irá dificultar a laringoscopia e IOT. A micrognatia é o fator que torna esse espaço pequeno, diminuindo-o.
A macroglossia também dificulta a laringoscopia, seguido dos tumores e malformações arteriovenosas. Os tecidos moles podem causar problemas nas vias aéreas, quando geram efeito massa, limitando a mobilidade ou a abertura da boca (microstomia).
A hipoplasia de maxila também altera a relação volume/massa da via aérea superior, de maneira similar à hiperplasia ou à hipoplasia de mandíbula, gerando obstrução da via aérea, cursando com algum grau de obstrução nasal e/ou estenose de coanas.
Outra consideração importante são as ATMs, que permite o deslocamento inferior e anterior da mandíbula. As causas de rigidez da ATM podem ser fixas, que incluem condições congênitas ou traumáticas, ou não fixas, como trismo decorrente de processos inflamatórios.

4. Malformações Congênitas das Vias Aéreas

- Fenda Labial e Palatina;
- Disostoses Craniofaciais;
- Síndrome de Down;
- Síndrome de Pierre-Robin;
- Malformações Vasculares;
- Trauma de Via Aérea.

5. Manuseio VAD

Para a adequada abordagemda via aérea, é necessário desenvolver um plano de estratégias.
Quando a laringoscopia convencional não permite a visualização adequada das estruturas, técnicas alternativas são necessárias e incluem o uso de laringoscópios específicos, assim como o uso de estiletes luminosos e fibroscopia, porém, para a realização dessas técnicas, é necessário treinamento do profissional.

Estratégias:

- Laringoscópio retromolar ou lateral;
- Estilete luminoso;
- Fibroscopia;
- Mascara Laríngea;
- Traqueostomia e Cricostomia.


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terça-feira, 28 de setembro de 2010

Segurança em ANESTESIA

A entidade americana Anesthesia Patient Safety Foundation acaba de divulgar uma lista com  recomendações para aumentar a segurança do procedimento anestésico. Entre as medidas, sugere-se o estabelecimento de uma cooperação mais próxima entre farmacêuticos e anestesiologistas. Como defende a entidade, este último especialista é o único profissional que pescreve, combina e administra medicações dentro do centro cirúrgico, ato executado continuamente e, muitas vezes, em menos de um minuto. Uma solução para redobrar a atenção necessária para execução desse trabalho seria capacitar farmacêuticos para atuar em salas de operações como consultores perioperatórios. Outra medida é dotar o anestesiologista com um leitor de código de barras, cuja função seria atestar que o medicamento disponível para uso é exatamente o selecionado previamente pelo profissional.
SAESP/2010.

VITAMINA CONTRA PARKINSON

Essencial para saúde óssea, a alta concentração de vitamina D também pode diminuir os riscos de desenvolvimento da doença de Parkinson. A conclusão é de um estudo feito no Instituto Nacional para Saúde e Bem-Estar da Finlândia, que, durante 29 anos, acompanhou 3.173 homens e mulheres que não tinham diagnóstico de Parkinson. Ao término do período, em 2007, verificou-se que 50 deles haviam desenvolvido a patologia.Uma série de dados foi analisada, como o índice de massa corporal,  frequência de atividade física e os níveis de vitamina D. Com relação a este último aspecto, os indivíduos foram subdivididos e grupos e que se verficu foi que aqueles cm índices mais elevados da vitamina apresentaram 67% menos riscos de desenvolver a doença do que aqueles com menores níveis. A relação entre os fatos ainda está sendo verificada, m sabe-se que o nutriente exerce um efeito protetor no cérebro por meio de atividades antioxidante.

Modelo de Acreditação

A Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) validou um novo modelo de acreditação internacional para hospitais brasileiros, o National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations (NIAHO). O padrão foi criado pela DET Norske Verits (DNV) - empresa norueguesa que há mais de30 anos atua na área de certificação, classificação, verificação e treinamento - e tem como foco a gestão de riscos, além de favorecer o intercâmbio na área da saúde. Instituições acreditadas com o NIAHO poderão, por exemplo, receber pacientes vindos dos Estados Unidos e serem reembolsadas por planos americanos. Segundo a entidade, os diferenciais de seu modelo são o uso de entrevistas com familiares e funcionários e as avaliações de desempenho do corpo clínico.

domingo, 5 de setembro de 2010

ESQUELETO - Sistema Esquelético

INTRODUÇÃO:

O Esqueleto é um arcabouço sólido móvel que sustenta o corpo.
Seus ossos funcionam como alavancas e placas de ancoramento para permitir o movimento.
Os ossos trabalham para outros sistemas do corpo - as células sanguíneas no seu tecido interno gorduroso (medula óssea vermelha), por exemplo.
O corpo retira minerais nos ossos em tempos de escassez, quando é necessário cálcio para função nervosa saudável.

Componentes:

* Crânio, coluna vertebral, costelas e esterno (esqueleto axial);
* Ossos dos membros, ombros e quadris (esqueleto apendicular)
* Ligamento

O Esqueleto médio tem 206 ossos. Existem variações naturais: cerca de um em cada 20 indivíduos tem uma costela a mais. O número de pequenos ossos fundidos no crânio também varia.
O osso é um tecido ativo e, embora se constitua de 22% de água, tem uma estrutura extremamente forte, embora leve e flexível. Um arcabouço similar fabricado com materiais compostos de alta tecnologia não conseguiria igualar o peso, a resistência e a durabilidade do esqueleto.
O Esqueleto também tem a vantagem de ser capaz de reparar-se quando lesado. Ele também pode remodelar seus ossos para engrossá-los e fortalecê-los em áreas de maior tensão, como se observa em algumas atividades como equitação e halterofilismo.

                                              


ESTRUTURA DE UM OSSO:

Ao longo do corpo de um osso longo (como fêmur ou tíbia) está a cavidade medular. Ela contém a medula óssea vermelha, que produz células sanguíneas; medula óssea amarela, na qual predomina o tecido gorduroso; e abundantes vasos sanguíneos.
Envolvendo a cavidade medular está uma camada de osso esponjoso, cujas cavidades semelhantes a colméias também contém medula óssea. Em torno do disco está a camada, como uma concha, de osso compacto (cortical), que é duro, denso e forte. Pequenos canais conectam a cavidade medular ao periósteo - uma membrana que recobre a superfície óssea. O tecido ósseo se compõe de células especializadas e fibras de proteínas, principalmente colágeno, entrelaçadas numa matriz de água, cristais e sais minerais, carboidratos e outras substâncias. As células ósseas incluem osteoblastos, que calcificam o osso durante a sua formação; osteócitos, que mantêm a estrutura saudável; e osteoclastos, que absorvem tecido ósseo onde ele se degenera ou não é necessário.


CÉLULAS ÓSSEAS:


Ossos saudáveis dependem de três tipos de células, formadas (juntamente com células sanguíneas) na medula óssea.
Os osteoblastos inicialmente fabricam osso enquanto o esqueleto cresce. Depois eles se transformam em osteócitos, que sustentam o tecido ósseo circunjacente. Os osteoclastos são células grandes, com vários núcleos, que degradam osso indesejado ou doente.

 
CRESCIMENTO DO OSSO:
 
Durante o crescimeto intrauterino e do bebê, a maioria dos ossos se desenvolve a partir de estruturas de cartilagem.
A ossificação é o processo pelo qual o tecido cartilagíneo dessas estruturas é convertido em tecido ósseo pela deposição de sais minerais e cristais, principalmete fosfatos e carbonatos de cálcio. Grande parte do aumento de altura na infância povêm do crescimento dos ossos longos.
Perto de cada extremidade de um osso longo existe uma área conhecida como placa de crescimento, onde ocorrem crescimento longitudinal e ossificação. Células cartilagíneas se mutiplicam e formam colunas em direção ao corpo do osso.
Quando as células cartilagíneas aumentam de tamanho e morrem, o espaço que elas ocupavam é preenchido por células ósseas novas. Desta maneira, a placa de crescimento se move ao longo do corpo do osso em crescimento, permanecendo entreo corpo e a cabeça do osso.
 
 
CARTILAGEM:
 
A cartilagem é uma forma rija e altamente adaptável de tecido conectivo.
Ela consiste em uma matriz gelatinosa contendo muitas substâncias químicas, como proteína e carboidratos. Nelas estão embutidos vários tipos de fibras, e células denominadas condrócitos que constroem e mantêm o tecido todo.
A catilagem não costuma conter vasos sanguíneos - em vez disso, ela recebe oxigênio e nutrientes por difusão, e os detritos fazem o mesmo processo no sentido oposto.
Existem vários tipos de cartilagem, como hialina, fibrosa elástica, classificada conforme a proporção entre matriz, condrócitos e fibras.
A mais flexível é a cartilagem elástica, devido a sua elevada proporção de fibras de elastina e relativamente pouca matriz. Ela proporciona sustentação leve e flexível em locais como orelha externa, epiglote e laringe.
 
 
ARTICULAÇÕES:
 
O local em que dois ossos se ligam é denominado articulação.
As articulações podem ser classificadas conforme sua estrutura e pelos tipos de movimento que permitem.
O corpo tem mais de 300 diferntes articulações.
Existem articulações: Trocóide, Ginglimo, Plana, Elipsóidea, em Sela, Esferóidea, Semi móveis e Fixas e Sinoviais.
As articulações sinoviais são as mais numerosas, versáteis e com maior liberdade de movimentos. Elas podem funcionar bem durante muitas décadas se usadas corretamente e frequentemente, mas não em excesso.
As articulações sinoviais são fechadas por um cobertura externa protetora - cápsula articular. O revestimento interno da cápsula, denomiado membrana sinovial, produz líquido sinovial escoregadio, semelhante a óleo, que mantém a articulação bem lubrificada par que as superfícies articulares em contato deslizem com atrito e desgaste mínimos. Existem cerca de 250 articulações sinoviais no corpo.
 
 
DISTÚRBIOS ÓSSEOS:
 
1. Fraturas - As fraturas variam desde uma rachadura mínima da superfície do osso, podendo uma divisão parcial do osso e até uma quebra total.
2. Chicote - Arqueamento repentino da coluna causa lesão das vértebras cervicais.
3. Prolapso de Disco - Um disco prolapsado (também conhecido como herniado ou deslocado) é uma protrusão de um dos coxins amortecedores de impactos situados entre vértebras.
4. Curvatura da Coluna - Cifose e lordose envovem curvatura exagrada das partes superior e inferior da coluna.
5. Osteoporose - Mais comum com o avanço da idade, a osteoporose é a perda ou afinamento do tecido ósseo que torna os ossos mais fracos e quebradiços.
6. Osteomielite - Infecção de um osso, usualmente por bactérias, pode levar a um tecido ósseo dolorido, fraco e lesado.
7. Doença de Paget - Anormalidade no equilíbrio entre formação e degradação óssea que causa distorção de osso.
8. Câncer Ósseo - Pode ser primário, ou seja, ele se forma no próprio osso, mais frequentemente, ou secundário, tendo se difundido a partir deoutro lugar do corpo.
 
 
DISTÚRBIOS ARTICULARES:
 
1. Lesões Ligamentares - Se forçamos uma articulação ao máximo, os ligamentos normalmente capazes de evitar o movimento excessivo podem ser tensionados ou rompidos.
2. Cartilagem rompida - Usualmente utilizada para lesões de joelho em particular.
3. Ombro Congelado - Se refere a dor e restrição de movimentos causados por inflamação na articulação.
4. Joanete - Tecido mole inflamado e espessado com hipercrescimentos ósseos na base do hálux.
5. Bursite - Inflamação na bolsa, a almofada de amortecimento situada numa articulação ou próxima a ela, causando dor, rubor e inchaço.
6. Artrite - São vários distúrbios que lesam articulações, causando dor, inchaço e movimentos restritos. O mais comum é a osteoartrite em pessoas idosas.
7. Gota - São formaçõe de cristais de cálcio no interior de uma articulação causando artrite intensamente dolorosa. Ela pode afetar qualquer articulação, mas comumente ocorre no hálux.
 

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

TROMBOSE

DEFINIÇÃO:


É a formação de um trombo (coágulo de sangue) dentro do vaso sanguíneo.
Tromboembolia - termo usado tanto para descrever a trombose quanto sua complicação que é a embolia.


CAUSAS:


Geralmente é causada por um anomalia ou relacionda a Tríade de Virchow (composição do sangue - hipercoagulabilidade; qualidade das paredes venosas; natureza do fluxo sanguíneo).
A formação do trombo é geralmente causada por um dano nas paredes do vaso, ou por um trauma ou infecção, e também pela lentidão do fluxo sanguíneo ou estagnação, ocasionado por uma anomalia na coagulação sanguínea.


TIPO:


a) Trombose Venosa
b) Trombose Arterial

Em todos os dois casos, o trombo irá causar uma inflamação na veia ou na artéria, podendo ficar apenas no local inicial de formação ou se espalhar ao longo desta, causando a sua obstrução parcial ou total.


EMBOLIZAÇÃO:


Se uma infecção bacteriana está presente no local da trombose, o trombo pode se romper, espalhando as particulas com bactérias por todo sistema circulatório, configurando um abscesso onde quer que estas bacterias parem.
Se infecção, o trombo se desprende na circulação como um êmbolo (coágulo), alojando-se e obstruindo a veia ou artéria (um infarto). Os seus efeitos vão depender de onde foi ocorrido o infarto.


FATORES DE RISCO:

  • Estase (permaecer em inatividade prolongada, como quando anda de avião);
  • Traumatismo na veia;
  • Antconcepcionais;
  • Idade avançada;
  • Tabagismo;
  • Predisposição Genética.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

VIA AÉREA DIFÍCIL EM PEDIATRIA

O paciente portador de via aérea difícil (VAD) é aquele que quando um anestesiologista experiente, possuidor de material adequado e utilizando técnicas corretas, encontra dificuldade na manutenção da ventilação sob máscara, na intubação traqueal ou em ambos.
O sucesso no manuseio da VAD depende do diagnóstico prévio, preparo do profissional, planejamento de estratégias para abordar a via aérea e da disponibilidade de material apropriado.

1. Diferenças Anaômicas das Vias Aéreas Superiores:

Nos neonatos, a cabeça é relativamete grande em relação ao corpo, tendendo a fletir o pescoço, que é curto.
A língua é grande em relação à cavidade oral, ocasionando dificuldade à laringoscopia.
A laringe situa-se na altura de C3-C4  e apresenta formato cônico até os 08 anos, devido ao estreitamento na altura da crtilagem cricoide.
A epiglote é maior, com formato em U e localza-se na altura de C1-C2, dificultando a vetilação através da boca, pois está muito próxima à base da língua.
As cordas vocais apresentam-se inseridas mais anteriormente.

Diversas condições clínicas podem trazer dificuldade para o acesso à via aérea na criança, devido ao comprometimento das estuturas anatômicas, com graus variados de obstrução. Tais condições incluem anomalias congênitas que cursam com obstrução crônica; infecção das vias aéreas; obstrução aguda; e idiopática, com visualização difícil inesprada.

2. Avaliação da Via Aérea:

A avaliação da VAD começa com a história e o exame físico. São sugestivos de VAD o relato de asfixia, roncos, sufocamento, apnéia, sonolência diurna,estridor, voz rouca. Deve-se suspeitar de VAD na crianças qu foram submetidas à radioterapia na região da face e pescoço, que tenham problemas congênitos, processo inflamatórios ou trauma em via aérea.

A importância da história de anestesias anteriores, com atenção para informações sobre intubação difícil com trauma dentário, trauma de gengiva, necessidade de intubação traqueal acordado ou adiamento de cirurgia por dificuldade na intubação traqueal.

Ao exame físico, deve-se avaliar o aspecto geral da criança, como presença de agitação, tiragm torácica, cianose, ansiedade, fraqueza, estridor ou ausência de choro. Deve-se examinar as anomalias da cabeça, da face e do pescoço, simetria e mobilidade da mandíbula, alterações submandibulares, tamanho da língua e formato do palato, proeminência dos incisivos superiores, grau de movimentação maxilar, presença de cicatrizes, hematomas ou tumoes em região cervical. Também deve ser realizada ausculta pulmonar, avaliação da excursão torácica e uso de musculatura acessória.

Algumas vezes é necessário a realização de exames complementares, como radiogrfias e tomografias, para evidenciar dados da história e do exame físico sugestivos de alterações anatômicas das vias aéreas.

Nos recém-nascidos e crianças menores, a avaliação das estruturas faríngeas posteriores, durante o choro, pode promover algum indicação sobre o tamanho da língua, apesar de não simular a abertura voluntária da boca e a protrusão da língua.

3. Anomalias Anatômicas:

Estrutura da via aérea - ossos e partes moles.
Constituintes da via aérea - cavidade oral, espaço mandibular anterior, maxila, articulação temporomandibular e a coluna vertebral.

O espaço madibular anterior é o local e que a língua se acomoda durante a laringoscopia; qualquer condição que torne esse espaço pequeno irá dificultar a larngoscopia e a IOT. A micrognatia é o fator qu mai diminui esse espaço, difiultando o manuseio das vias aéreas, principalmente em neonatos.

O efeito de massa mais comum é a macroglossia. Os tecidos moles podem causar problemas nas vias aéreas lmitando a mobilidade ou a abertura da boca (microstomia).

Outra consideração importante é a função da ATM, que permite o deslocamento inferior e anterior da mandíbula. As causas derigidez da ATM podem ser fixas, que incluem condições congênitas ou traumáticas, ou não fixas, como trismo decorrente de processos inflamatórios (abscessos) que permitem a abertura toal da boca quando o paciente estiver relaxado.

A função da coluna vertebral, principalmente da articulação atlantoccipital e a capacidade de flexão e extensão cervical intrferem diretamente no manuseio da via aérea pelo médico anestesiologista.

Manter a imobilidade cervical com colar quando houver fusões vertebrais, hemivértebras e a artrogripose que diminuem a mobilidade cervical, tornando a IOT difícil ou até impossível.

4. Malformações congêitas das Vis Aéreas:

- Fenda Labial e Paatina;
- Disostoses craniofaciais;
- Síndrome de Down;
- Síndrome de Pierre-Robin;
- Malformações Vasculares;
- Trauma da Via Aérea.

5. Manuseio da VAD:

Deve-se desenvolver um plano de estratégias, baseado nos algorítmos propotos, tendo sempre mais de um alternativa como suporte.
Quandoa laringoscopia convencional não permite a visualização adequada das estruturas, técnicas alternativas sãonecessárias e incluem o uso de laringoscópios específicos, como os de Mc Coy e Bullard, assim como o uso d estiletes luminosos e fibroscopia, porém, para a realização dessas técnicas, é necessário treinamento do profissioal.

Técnicas:

- Laringoscopia retromolar ou lateral;
- Estilete Luminoso;
- Fibroscopia;
- Máscara laríngea (ML);
- Traqueostomia e Cricostomia.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

CÂNCER DE MAMA

a) É possível prevenir o Câncer de Mama?

- O Câncer de Mama é provavelmente o mais temido pelas mulheres, devido à sua alta frequência e sobretudo pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem das mulheres.
Ele é raro antes dos 35 anos de idade, mas aumenta progresivamente após esta idade.


b) Quais são os sintomas que surgerem uma doeça na mama?

- Os nódulos ou tumores no seio são os mais frequentes achados nas mamas, acompanhados ou não de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamento ou retrações com aspecto semelhante à casca de laranja, ou ainda surgir nódulos palpáveis na axila.
Os nódulos na mama poem ser duros, fixos ou móveis, mas normalmente não causam dor. Nem todo nódulo de mama é Câncer; pode ser um cisto ou nódulo sólido benigno. Na maioria das vezes não é nada, mas é importante procurar o seu médico (a) quando perceber alguma coisa diferente nas mamas.


c) Quais os principais fatores de risco?

- História familiar é um fator de risco para o Câncer de mama, especialmente se um ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) foram acometdas antes dos 50 anos de idade.
O aumento da idade constitui um outro fator de risco.
A menopausa tardia (após 50 anos de idade), a ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos de idade, o fato de não ter tido filhos, o hábito de fumar e a ingestão de álcool também são fatores de risco.


d) O uso de Hormônios aumenta a chance de ter Câncer de mama?

- Ainda não está certo se o uso de pílulas anticoncepcionais aumenta o risco para câncer de mama, podendo ser mais comum em mulhees que usaram contraceptivos orais de dosagens hormonais elevads por longo píodo de tempo. A reposição hormonal pós-menopausa, se bem indicada e controlada, não aumenta o risco de desenvolver Câncer de mama.


e) Qual a importância do exame clínico das mamas e do autoexame?

- O exame clínico quano realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode detectar tumor de até 1 (um) centímetro. O exame de toque ou autoexame faz a mulher conhecer melhor seu próprio corpo, deendo ser feito deitada ou em frente ao espelho.


f) Quando devo fazer a mamografia ou ultrassonografia?

- A Mamografia é o exame mais importante para prevenção do Câncer de mama, devendo ser reaizada a partir dos 40 anos de idade. Daí em diante, a critério médico, o exame deve ser repetido a cada três anos e feito anualmente a partir dos 50 anos.
O Ultrassom é adequado em idade inferior aos 35 anos ou para complementar alguma dúvida na mamografia.

CÂNCER DE COLO UTERINO

1. O Cãncer de Colo Uterino pode ser evitado?

- Sim, basta fazer o exame preventivo periodicamente.


2. Quais as mulheres que devem se submeter ao exame?

- Toda mulher com vida sexual ativa, principalmente aquelas com idade de 25 a 59 anos.
O exame é rápid e indolor.


3. O que é preciso para fazer o exame preventivo do Câncer de Útero?

- Dois dias antes do exame, não manter relação sexual e não usar duchas ou medicamentos vaginais. O exame também não deve ser feito se a mulher estiver menstruada.


4. De quanto em quanto tempo deve sr feito o exame preventivo?

- Após você ter feito o exame, em geral, se não houver alteração, o exame poderá ser feito no intevalo de um ano o a cada três anos.


5. Que outras doenças podem ser encontradas durant o exame preventivo?

- Infecções vaginais e doenças sexualmente transmissíveis podem ser diagnosticadas pelo médico que realiza o exame.
O Papiloma vírus humano (HPV) é transmitido por meio das relações sexuais, podendo causar lesões na vagina, colo de útero, pênis e ânus, tipo verrugas ou condilomas, popularmente conhecidas "crista de galo".
O uso de preservativo (camisinha) diminui quase completamente a possibilidade de transmissão na relação sexual.

VACINAÇÃO CONTRA RUBÉOLA

Você sabe o que a Rubéola?

- A Rubéola é uma doença causada por um vírus, que é muito grave se ocorrer em mulheres grávidas, por que pode provocar abortos e malformações na criança, como surdez, cegueira, retardo mental e alterações no coração.

Como podemos evitar a Rubéola?

- A única prevenção é a vacina, que pode ser a Tríplice Viral (Sarampo, Caxumba e Rubéoa) ou a Dupla Viral (Rubéola e Sarampo).
Todas as pessoas a partir de1 ano de idade devem receber a vacina. Durante a gravidez, a vacina não pode ser aplicada. A mulher gestante só deverá receber a vacina contra Rubéola logo após o parto ou eventual aborto.
Caso pretenda engravidar e não tenha recebido a vacina, procure um posto de saúde para orientações.
Não só as mulheres devem tomar a vacina,os homens precisam ser vacinados, pois podem transmitir a doença.

PRÉ NATAL E GRAVIDEZ

a) Quando deo começar o pré-natal?

- Quando decobrir queestá grávida, deve iniciar o mais breve possível o acompanhameno dagravidez, preparando-se para o parto, recebendo as orientações para o aleitamento materno e cuidados do bebê.

b) Por que de fazer o pré-natal?

- No pré-natal são realizaas consultas, exams obrigatórios de sangue, urina, fezes, ultrassm e vacinação. Receberá vitaminas,orientações da sua alimentação, direitos trabalhistas e medicações que forem necessárias durante os nove meses.

c) É correto fazer o pré-natal em todas as gestações?

- Sim, porque as gestações não são iguais e você pode ter alterações ou doenças que não tinha anteriormente. Cada gravidez é um novo momento na sua vida e na do bebê.

d) Toda gravidez traz sintomas?

- Não, mas écomum ter náuseas, vômtos, salivação intensa e azia no início da gestação. Podem ocorrer outras manifestações como prisão de ventre, gases, hemorróidas, dor nas costas, corrimento e câimbras.

e) Após o parto, é necessário voltar ao meu médico (a)?

- Sim, nos primeiros 30 dias pois o seu médico precisa saber como foi o parto, anotar os dados do bebê e orientá-la sobre o aleitamento materno e os métodos de se evitar filhos. Além disso, você dará início a acompanhamento do seu bebê com o pediatra. Evite fumar, não tome bebidas alcóolicas e faça seu pré-natal adequadamente.

TUDO O QUE VOCÊ GOSTARIA DE SABER SOBRE ANESTESIA.

1. O que é Anestesia?

- A anestesia é o estado de total ausência da dor e de outras sensações durante uma operação, exame diagnóstico ou curativo.
Ela pode ser GERAL, isto é, para o corpo todo; ou PARCIAL, também chamada de regional, quando apenas uma região do corpo é anestesiada. Sob o efeito de uma anesesia geral, você dorme. Com a anestesia parcial (REGIONAL) você pode ficar dormindo ou acordado, conforme a conveniência, embora parte do seu corpo fique anestesiada.

 2. O que é Anestesista ou Anestesiologista?

- São Médicos Especialistas que cursaram seis anos em uma Faculdade de Medicina e mais dois ou três anos de curso, no mínimo, de especialização reconhecida pela Sociedade Brasileira de Anestesiologia.


3. Que tipos de Anestésicos são usados?

- Existem diversos tipos de anestésicos gerais e locais.
Os anestésicos LOCAIS são depositados próximos aos nervos, enquanto os anestésicos GERAIS são administrados pela via venosa (Veia - por um acesso onde conectamos um soro para sua hidratação) ou através da sua respiração (anestesia inalatória ou o conhecido “cheirinho”).
Todos proporcionam anestesias adequadas.
A escolha do anestésico varia com o tempo e tipo de cirurgia, com as suas condições físicas e emocionais.
Depois de conhecê-lo, avaliar seus exames pré-operatórios, saber a cirurgia proposta, o Anestesiologista indicará a melhor opção.


4. Existe o termo “Anestesia Fraca”?

- Nos procedimentos que não requerem internação hospitalar e que são chamados de ambulatoriais requerem os mesmos cuidados às cirurgias e exames mais complexos. NÃO existe anestesia “fraca” ou “em menor quantidade”. Os cuidados são os mesmos, antes e depois da anestesia.


5. Quais os tipos principais de Anestesia?

I – ANESTESIA GERAL: O paciente fica totalmente inconsciente sem percepção ao procedimento, seja ele cirúrgico ou exame.
II – SEDACAO: A consciência fica alterada, induzida por medicamentos, no caso sedativos, podendo o paciente estar em vários níveis, desde acordado e tranqüilo ate em uma sonolência profunda, podendo receber anestesia local e/ou medicamentos analgésicos.
III – ANESTESIA REGIONAL: É um procedimento anestésico no qual o Médico Anestesiologista injeta a medicação anestésica próximo a um nervo ou feixe de nervos. O paciente poderá permanecer acordado ou receber um sedativo.

• Raquianestesia: Ou a tão famosa “raqui” – o paciente fica sentado ou deitado em posição lateral, é realizada uma punção com uma agulha fina na região lombar até localizar o líquido cefalorraquidiano (que envolve a medula espinhal). Nesta região é injetada a medicação anestésica levando a perda da sensibilidade dolorosa, tato e o movimento das pernas.

• Peridural: A técnica é semelhante a raquianestesia, porem a agulha é introduzida mais superficialmente, o calibre da agulha é um pouco maior e a quantidade de medicação anestésica também é maior. A sensibilidade dolorosa desaparece juntamente com o movimento das pernas, mas o tato normalmente é preservado, dando ao paciente a falsa impressão de que sente alguma dor.

• Local: É aplicada a medicação anestésica no local (pele ou tecido próximo). Muito realizada em punções com agulhas (mama – nódulos, Ultrassonografia, angiografia). Pode ser ou não acompanhada de sedação.


6. Vou ser Intubado?

- Na grande maioria dos procedimentos onde se necessita anestesia geral, o paciente tem que ser intubado. É utilizado um tubo apropriado que é introduzido pela boca até a traquéia. Todas estas manobras são realizadas com o paciente dormindo.
Caso ocorra alguma dificuldade na hora da intubação, o médico anestesiologista conta com protocolos para tratar o problema como também aparelhos específicos. Próteses, dentaduras e dentes amolecidos podem afetar durante a laringoscopia para a intubação traqueal. Informe ao seu anestesiologista sobre as condições de seus dentes e da sua boca.


7. Quem aplica a Anestesia?

- A Anestesia é aplicada por Médicos Especialistas, Médicos Anestesiologistas.
Estes Médicos não só aplicam anestesia, como também cuidam de você durante toda a cirurgia e além dela.
Controlam a sua Pressão Arterial, Pulso, Ritmo Cardíaco, Respiração, Temperatura e outras funções orgânicas de suma importância.
Cuidam de tudo para que você esteja sem sofrimento, sentindo-se seguro e para que o cirurgião possa fazer o trabalho com tranqüilidade.
O Anestesiologista é o verdadeiro guardião da sua vida durante e logo após uma operação.
Estará ao seu lado durante toda a cirurgia, exclusivamente para cuidar de você, mesmo que você não perceba ou não se lembre de nada depois da anestesia.


8. O Doutor ou Doutora estará ao meu lado durante a cirurgia?

- SIM. O Médico Anestesiologista está ao lado do paciente durante todo o procedimento cirúrgico até a alta da sala de RPA (Recuperação Pós-Anestésica).
Costumo responder que a anestesia é a arte de CUIDAR! Pois a função do Anestesista não é somente tirar a dor, mas também tão ou mais importante ainda é MANTER A FISIOLOGIA DO PACIENTE O MAIS PROXIMO DO NORMAL POSSIVEL FRENTE AO ATO ANESTESICO.
Trocando em miúdos, é CUIDAR do paciente em todos os seus aspectos, orgânico e psicológico, durante a cirurgia.
Portanto seremos sempre o primeiro a te dar a mão e o último a soltar.


9. Quanto tempo dura uma Anestesia?

- A Anestesia dura o tempo necessário para que a Equipe Cirúrgica faça seu trabalho.
Oferece, ainda, abolição da Dor por tempo variável após o procedimento.
Atualmente existem recursos para abolir toda a dor que vem depois de uma operação.


10. Por que o medo da Anestesia?

- Porque é perigoso VIVER.
Qualquer pessoa relativamente normal deve ter medo do desconhecido.
A cirurgia e a anestesia boa parte das vezes, são eventos inéditos e ímpares.
Nossa vida muda a cada dia, assim como nossos humores e emoções.
Você como é hoje com certeza será diferente de um ano atrás.
Nossa vida é dinâmica, assim como nossas reações ao desconhecido: a cirurgia e a anestesia, povoada de medos e ansiedades.
Portanto, pondere o tamanho do seu problema e avalie se vale à pena vencer este medo.


11. Qual o risco de uma Anestesia?

- Para algumas pessoas só comer um delicioso camarão pode ser perigoso, portanto qualquer evento em nossas vidas pode se tornar um risco inclusive a sua anestesia para cirurgia, um exame de imagem sob anestesia ou até um procedimento sob anestesia local.
Procuramos ser o menos agressivo possível, porém não dominamos todos os processos da natureza e suas eventuais surpresas.
Por estarmos muito bem equipados com aparelhos de ultima geração, sistematicamente checados, com um criterioso preparo do paciente e uma melhor qualidade de medicações utilizadas na anestesia, os riscos tem sido reduzidos significativamente nos últimos anos.
Porém os riscos podem estar relacionados ao estado de saúde do paciente, a doenças como diabetes, hipertensão, alergias, problemas cardíacos como também a complexidade da cirurgia ou exame diagnóstico.
Aproveitar uma ocasião de um procedimento anestésico para fazer várias cirurgias é um grande erro, pois quanto maior o trauma, maior o risco. Diminua o trauma e estaremos diminuindo os riscos.
Qual é a escala dessa agressividade? (Lembre-se que tudo pode causar reações adversas).
Partindo do menos para o mais agressivo, quanto menos drogas forem usadas melhor. Sem anestesia alguma isso pode ser insuportável!


12. Existem problemas hereditários relacionados à anestesia?

- Sim, um deles é a chamada Hipertermia maligna que é desencadeada pela utilização de medicamentos anestésicos. Se alguém da sua família apresentou problemas com a anestesia, não deixe de comunicar ao seu anestesiologista para que ele possa tomar as medidas necessárias.


13. O porquê do Jejum antes de uma anestesia?

- Quando recebemos uma anestesia, seja ela sedação ou uma geral, nossos reflexos são diminuídos (deglutição e tosse) e ai o alimento que ingerimos pode ir parar nos pulmões causando graves danos respiratórios (inflamação nos pulmões).
O Jejum para alimentos sólidos é de 08 (oito) horas e água pura é de 04 (três) horas. Dependendo do tipo de alimento ingerido, da urgência do procedimento cirúrgico, idade do paciente o jejum poderá ser modificado.
O profissional Médico indicado para avaliação do paciente e determinante do jejum é o Anestesiologista, estudando caso a caso.


14. Como você colabora com a sua própria segurança? Como evitar reações alérgicas?

- Tudo o que você fez na vida vem à tona nos momentos mais inesperados.
O que você sofreu, ingeriu ou comeu aparece nesses momentos.
Genética, doenças pré-existentes e até o Karma podem interferir.
Portanto conte tudo ao seu Médico Anestesista.
É fundamental informar sobre qualquer alergia (alimentos, medicamentos, poeira, produtos químicos ou problemas em anestesias anteriores. Isso ajudará no planejamento anestésico e escolha da medicação apropriada, diminuindo satisfatoriamente os riscos.
Porém, se acontecer alguma reação, o anestesiologista está preparado para tratá-la.


15. O que acontece antes da sua operação?

- Todo mundo chega um pouquinho nervoso, isto é normal.
Você faz a parte burocrática na recepção e sobe ou para o quarto ou até muitas vezes direto ao centro cirúrgico.
Quando vai direto ao quarto, normalmente tem seu acompanhante ao lado, incentivando-o, confortando-o até o momento tão esperado.
Quando vai direto ao centro cirúrgico, é levado ao vestiário onde troca de roupa (muitas vezes com uma abertura nas costas) e passa para a sala de recuperação, faz mais um xixi e vai para a sala de cirurgia.
Pequenos atrasos podem acontecer, principalmente se sua cirurgia for seqüência de outra. Lembre-se que alguém estará recebendo a mesma atenção que você receberá em breve.
Pode acontecer de alguns Médicos que você não conhece apareçam e o examinem novamente apertando ali ou aqui, outros tiram fotos e outros desenham em seu corpo em frente a um espelho ou sob uma luz forte. Entenda que uma cirurgia não é realizada por um único Médico, e sim, por uma equipe formada de pelo menos dois da mesma especialidade e sempre no mínimo um Médico Anestesista irá estar ao seu lado.
Nessa hora o Médico que irá realizar sua cirurgia conversa tudo de novo sobre a cirurgia explicando sucintamente o que irá fazer no momento em que estiver dormindo.
Depois de tudo isso, levamos você para a sala de Cirurgia.


16. O que é a sala de cirurgia?

- Geralmente as pessoas falam que a sala de cirurgia é um lugar frio. Sim! , mas dentro dela encontram se pessoas de coração para te tranqüilizar.
Os pacientes quando entram, na sua maioria, vem deitado em uma maca, mas podem vir em cadeira de rodas ou andando.
São recepcionados por um auxiliar de enfermagem, Técnico de enfermagem ou Enfermeiro que o direcionam até a mesa cirúrgica. Esta mesa é muito mais estreita do que a cama confortável do seu quarto e mais dura.
Nela começam os procedimentos para o início na Anestesia, pelo único momento que existe uma dorzinha, que é a punção da veia, para que possamos infundir as medicações.
Passamos as medicações que irão induzir o seu sono, a potência disso você combinará na sua consulta pré-anestésica. Podendo dormir o tempo todo ou só dar um soninho.
Passamos a anestesia Local ou Bloqueios e geralmente ninguém sabe o que aconteceu.
“É como a pergunta ao final da cirurgia: Já fez a anestesia?”.


17. Quem são as pessoas que trabalham no centro cirúrgico?

- São pessoas qualificadas e treinadas para lidar com qualquer evento, seja ele normal (eletivo) seja ele de urgência ou emergência.
Pessoas atenciosas, tranqüilas, que às vezes encontram-se rindo ou conversando, como um ambiente normal de suas casas. Por estarem muito tempo de suas vidas dentro do centro cirúrgico, transferem um pouco da sua vida, do seu lar para este setor
Podem confiar nelas, por que estarão ao seu lado também antes, durante e após o procedimento anestésico-cirurgico.


18. Quais os efeitos que podem ocorrer após a anestesia?

- Com a melhor qualidade das medicações utilizadas hoje pela anestesia, os efeitos indesejáveis se tornaram muito menores.
Cada paciente reage de uma forma diferente, pois somos diferentes uns dos outros, a cada tipo de anestesia aplicada, mas poderão existir náuseas, dores nas costas pelo tempo prolongado de estar numa mesa cirúrgica ou exame, dor de garganta após uma anestesia geral (pela introdução de um tubo siliconizado para garantir a respiração durante a cirurgia), dor nas costas ou dor de cabeça após uma raquianestesia.
Algumas raras, mas sérias, podem ocorrer complicações como convulsões e até parada cardíaca.


19. O que é a sala de Recuperação? CTI? UTI?

- Quando termina a cirurgia você ainda está sob os efeitos das drogas que utilizamos.
Até está acordadíssimo, você fica numa sala onde há um monte de aparelhagem chamada de monitores e sob a vigilância de pessoal treinado que estará encarregado da sua segurança. Esta sala se chama Sala de Recuperação.
Nesta sala você permanecera até seus sinais vitais (pressão arterial, temperatura, pulso, freqüência cardíaca, respiração), nível de consciência e dor esteja devidamente controlado, permitindo alta (Day Clinic, Enfermaria, UTI/CTI).
Um grupo de pacientes vão para casa no mesmo dia (este sistema se popularizou com o nome de Day-Clínic ou Day Hospital e o utilizamos a muito tempo, antes mesmo de este nome existir). Portanto os pacientes saem da sala de recuperação direto para as suas casas, sem precisar ir para a internação.
Isto devido a anestesias e cirurgias menos agressivas e com maior segurança. Indicação de internação será avaliada caso a caso, quando for necessária.
Outro grupo de pacientes necessitam já estarem internados para um cuidado maior no pós operatório, devido à cirurgia ter sido um pouco mais delicada. Isso não significa que a cirurgia ou a anestesia foram graves, e sim um cuidado maior ao paciente.
Existem outros casos onde necessitamos de um melhor controle, rígido, constante. Daí, encaminhamos o paciente para uma UTI ou CTI. Na maioria das vezes nos assustamos ao ouvir esse nome, por que por muito tempo foi associado a doenças graves ou até a morte. Mas hoje não o vemos assim.
A UTI ou CTI é um lugar onde encontramos profissionais, sejam eles Médicos, auxiliares, enfermeiros, fisioterapeutas 24h ao seu lado, cuidando de você, para que a sua recuperação seja o mais breve possível e que logo possa estar ao lado dos seus familiares.
Sigam sempre as recomendações do seu Médico Anestesista para um pós-operatório seguro.


20. O que será feito em caso de Dor após uma cirurgia ou exame diagnostico?

- O Anestesiologista auxiliará no controle da dor juntamente com a equipe cirúrgica ou equipe médica.
Nas cirurgias, freqüentemente, são administrados anestésicos no local da incisão minimizando a dor da incisão (corte), principalmente em crianças, para evitar o surgimento da dor.
Além disso, analgésicos são administrados “de horário”, normalmente prescritos pela equipe cirúrgica por via oral, endovenosa, retal ou peridural. O paciente poderá receber um ou mais analgésicos administrados em intervalos regulares caso continue referindo dor ate a sua melhora.


21. Quando indicamos uma anestesia em crianças?

- Indicamos anestesia em crianças para garantir segurança, bem estar e eficácia, tanto em cirurgias quanto em exames diagnósticos, para que seja necessária a sua colaboração.


22. Como os pais ou responsáveis podem ajudar antes de uma anestesia?

- Conversando, seja ele adulto ou criança, assim que a decisão de submetê-la a um procedimento cirúrgico ou exame for tomada.
O papel dos pais ou responsáveis, transmitindo calma e segurança é muito mais importante que a administração de sedativos, embora os dois métodos possam se complementar.


23. Será dado algum sedativo antes da cirurgia?

- Sim, a partir da avaliação do anestesiologista. O paciente (criança ou adulto) poderá receber medicamento sedativo antes da cirurgia ou exame diagnostico. Contudo, isso não diminui a importância dos pais ou responsáveis para acalmar e orientar.
A medicação pré-anestésica pode ser administrada por via oral, intravenosa ou retal e o tempo para começar a agir depende da droga (medicação), da via de administração e de características próprias do paciente.


24. Quem escolhe o Anestesista?

- Alguns colegas Cirurgiões já possuem aquele que participa da sua equipe.
A maioria dos Hospitais já possui Médicos Anestesistas que compõem o grupo.
Mas nada impede de você procurar saber se pode levar o seu Médico Anestesista de confiança, aquele que conhece a sua vida pré-cirúrgica, conhece seus medos, aquele que cuidará de você.
Conheça os Médicos Anestesista da MÉDITT.


25. Quem esclarece a você sobre a Anestesia?

- Você pode conversar diretamente com o Médico Anestesista, marcando uma consulta pré-anestésica.
Em geral as pessoas gostam deste contato e isto faz parte de um processo civilizado e humano
Este é o nosso diferencial. Os Anestesistas da MÉDITT ao seu alcance.


26. O Paciente pode escolher o tipo de anestesia?

- Quem decide sobre o tipo de anestesia é o médico anestesiologista, a partir das avaliações clínicas e médicas realizadas no paciente. Ele explicará, ou ao paciente ou a alguém de sua família, o motivo da sua escolha.


27. Existe algum “teste” de alergia usado para quem vai tomar anestesia?

- NÃO ! Não existe “teste” de anestesia, a exemplo dos testes utilizados para identificar alergias.


28. É importante deixar de fumar antes da anestesia?

- É importante não FUMAR. É bom largar pelo menos 15 dias antes da operação.
Se você for fumante inveterado, pelo menos reduza ao máximo o número de cigarros consumidos diariamente.


29. Quanto custa uma anestesia?

- Depende muito do procedimento cirúrgico, do tempo do trabalho e da complexidade.
Se você é paciente particular, tudo será acertado com a máxima antecedência.
Se possuir algum convênio, verifique se o anestesiologista está credenciado, e se não for, serão seguidas as regras e exceções do convênio.
Caso não seja e você tiver algum anestesiologista de confiança, converse como será efetuado o pagamento e como você poderá ser ressarcido do convênio.
Procure saber com antecedência se seu convênio dá o direito à consulta pré-anestésica.
Seu médico anestesiologista e seu convênio poderão lhe esclarecer melhor.


Esperamos que você tenha encontrado todas as suas respostas, mas se ainda persistirem dúvidas não deixe de enviá-las a nossa equipe de anestesiologistas.

MENOPAUSA

O Que é Menopausa?
- Período de transição hormonal feminina que caracteriza o fim da vida reprodutiva por diminuição da função ds ovários na produção dos óvulos e dos hormônios. Corresponde ao períod de um ano sem menstruações e ocorre ao redor dos 50 anos de idade na maioria das mulheres.

O que a Menopausa pode acarretar?
- Podem surgir "ondas" de calor, suor excessivo, parada das menstruações, secura vaginal e da pele, distúrbios emocionais, insônia e diminuição do desejo sexual. Com o passar dos anos, podem aparecer problemas cardiovasculares, osteoporoses e perdas urinárias.

Como posso prevenir a Menopausa?
- A parada das menstruações é genética e ocorre diferentemente para cada mulher. O importante é que, ao perceber estas mudanças, procure seu medico (a) para ser orientada da melhor maneira de corrigir, tratar e prevenir as consequências da menopausa.

Como é o tratamento da Menopausa?
- Vai depender dos sintomas, da idade e das outras doenças que você possa ter em associação. O seu médico (a) é quem poderá indicar o melhor tratamento, se você deve ou não usar hormônios. O mais importante é que você precisa mudar seu estilo de vida, caminhando, alimentando-se bem, parando de fumar e entndendoque a Menopausa não é uma doença.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

BRONQUITE

É uma inflamação dos brônquios.
Existem 2 tipos: Aguda - que geralmente é causada por vírus ou bactérias, e pode durar por vários dias ou semanas / Crônica - não necessariamente causada por infecção, mas geralmente faz parte de uma síndrome chamada DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiv Crônica).
A Bronquite Aguda ou Crônica é caracterizada por tosse e expectoração e sintomas relacionados à obstrução das vias aéreas pela inflamação e pelo expectorado, como dificuldade de respirar e chiados.

Mande sua dúvida ou visite nosso site: http://www.meditt.com/